segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

No final

















“Com absoluta sinceridade, tento ser otimista a respeito de todo esse assunto, embora a maioria das pessoas sinta-se impedida de acreditar em mim, sejam quais forem os meus protestos. Por favor, Confie em mim. Decididamente, eu sei ser animada sei ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenas os As. Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo.”

No final, qual deles nos amamos de verdade. Por que sempre que estamos com alguém, se ouve um:- Ai, eu te amo tanto; Ou: - Eu nunca amei ninguém como estou lhe amando..., patético não?Já que dizemos amar tanto, por que na maioria dos casos não são duradouros?
Já parou pra pensar quantas pessoas nos achávamos que amávamos e era apenas ilusão; Partimos pra outra e olha lá o amor metido de novo... E nada!Que ciclo vicioso, sempre achamos que estamos no auge do amor e que nunca iremos amar ninguém tanto quanto aquela pessoa que estamos no momento.Mas de repente surge um outro alguém que nos faz chegar a mesma conclusão anterior e assim sucessivamente.Afinal, por quem nossos corpos esperam?Definitivamente amamos o nosso parceiro ou apenas é intimidade demais que nos faz bem?A parceria, confiança? O que será realmente o AMOR, AMAR?E como chegaremos à conclusão de que estamos vivenciando...
PS: Vou começar imediatamente a refletir sobre essas perguntas.

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